A jornalista e professora Lucina Maximo Sedano, abandonou o jornalismo depois de sofrer a centésima condenação judicial por escrever inverdades na Coluna Boca do Inferno. Injuriada com tantas condenações e com tantas ações já justiça, indenizações a pagar e cansada de frequentar fóruns em todo o sul do estado, a jornalista acabou se apaixonando por um juiz e decidiu se casar. Porém, a condição era que na festa todos os amigos gays fossem seus padrinhos e teria de ser realizado na Europa.

De acordo com ela, o casamento com o magistrado a fará compreender que não pode sair escrevendo qualquer coisa de pessoas tão integras na sociedade com por exemplo, os vereadores de Itapemirim, o prefeito Luciano de Paiva e outros.

“É, eu também parei de gostar de meninas, foi uma paixão avassaladora. Agora vou me dedicar a estudar mais a Constituição Federal . Estou fazendo cursos na área de costura e bordados. Quero lançar uniformes padronizados a políticos que forem presos acusados de corrupção. Já pensei em especial ao Cunha e a cúpula da presidente. Esse negócio de jornal só dá indenização por danos morais, inimizades e engorda. Cada bar e restaurante que frequento as porções são permutadas, estou gorda com essas guloseimas todas. Meu marido é maravilhoso, passa horas me explicando as vantagens do casamento e a importância e manter a instituição da famíliar. Chega de jornal, chega de facebok, chega de processo e chega de aborrecer Samuel Zuqui, Dr. Luciano e os vereadores tão corretos da nossa amada Itapemirim”, disse.

O casamento foi realizado, no último dia 13, no Bataclan, em Paris, onde um mês antes ocorreu o maior massacre da Cidade Luz.

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